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Câncer, infarto, AVC. Descubra o impacto financeiro real, tratamento, renda perdida e o buraco que fica.

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Os valores são baseados em médias de custos hospitalares no Brasil (ANS/INCA 2024).

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O impacto financeiro de uma doença grave que ninguém calcula

Quando pensamos em doenças graves como câncer, infarto ou AVC, o primeiro pensamento é médico, tratamento, recuperação, sobrevivência. O impacto financeiro fica em segundo plano, mas costuma ser devastador e duradouro.

No Brasil, mesmo quem tem plano de saúde enfrenta custos significativos que o plano não cobre: medicamentos oncológicos de alto custo, transporte frequente ao hospital, acompanhante, adaptações residenciais, e principalmente a renda que para enquanto a pessoa se recupera.

Dado do INCA: o Brasil registra mais de 700 mil novos casos de câncer por ano. O custo médio de tratamento de câncer, considerando apenas os itens não cobertos pelo plano de saúde, supera R$ 120 mil em 12 meses para casos moderados a graves.

Por que o plano de saúde não é suficiente

O plano de saúde cobre o tratamento médico, internações, cirurgias, quimioterapia. Mas não cobre sua renda enquanto você não trabalha. Para um autônomo ou MEI, isso significa que as contas do mês continuam chegando mesmo com a renda parada. Para um CLT, o auxílio-doença do INSS cobre apenas uma fração do salário e com teto limitado.

Como a cobertura de doenças graves funciona

A cobertura de Doenças Graves do seguro de vida paga uma indenização em dinheiro no diagnóstico confirmado, não na morte, não na internação. Você recebe o valor e usa como quiser: pagar tratamento, quitar dívidas, manter a casa, contratar um cuidador.

É diferente do plano de saúde (que paga o hospital diretamente) e diferente da previdência (que paga mensalmente com carência longa). É dinheiro imediato, no momento em que mais precisar.