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Quanto sua família precisaria se você faltasse?

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1
Sua renda
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Sua família
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Suas dívidas
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Sua reserva

Sua renda e perfil

Estas informações definem quanto sua ausência impacta financeiramente a sua família.

Renda mensal líquida o que você recebe por mês
R$
Sua idade
Vínculo de trabalho
Por quantos anos sua família precisaria da sua renda? 10 anos

Sua família

Quem depende da sua renda hoje? Isso define o coração da sua necessidade de proteção.

Você tem filhos?
Seu cônjuge ou parceiro(a) tem renda própria?
Você sustenta seus pais ou outros dependentes?

Suas dívidas

Dívidas não desaparecem com a morte - elas ficam para a família. Inclua tudo que tiver em aberto.

Financiamento imobiliário saldo devedor
R$
Outros financiamentos / empréstimos carro, pessoal, etc.
R$
Você tem plano de saúde? impacta o custo de doenças graves

Sua reserva financeira

O patrimônio existente reduz a necessidade de cobertura. Seja honesto - só você vê esses dados.

Reserva de emergência / investimentos quanto você tem guardado hoje
R$
Você já tem algum seguro de vida?
Capital segurado recomendado
R$ 0
Calculado com base no seu perfil
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Como calcular o capital segurado do seguro de vida?

A pergunta mais comum de quem pensa em contratar seguro de vida não é "qual seguro escolher" é "quanto de seguro eu preciso?". E a resposta honesta é: depende de quatro variáveis da sua vida real.

A calculadora acima usa a metodologia que corretores experientes aplicam em consultas individuais: soma a necessidade de renda da família, adiciona as dívidas existentes e subtrai o patrimônio que já existe. O resultado é o capital segurado que preencheria exatamente o buraco financeiro que sua ausência deixaria.

Capital ideal = (Renda mensal × 12 × anos) + Dívidas − Reservas existentes

Esta é a fórmula base. A calculadora acima adiciona ajustes pelo número de dependentes, vínculo de trabalho (MEI/CLT/PJ), cobertura de plano de saúde e proteção atual, fatores que impactam significativamente a necessidade real.

Por que a maioria das pessoas calcula errado?

Existem dois erros clássicos que levam pessoas a contratar o seguro errado:

Erro 1: contratar só pela cobertura de morte

Muita gente pensa em seguro de vida como sinônimo de "cobertura para quando eu morrer". Mas estatisticamente, a probabilidade de você ter um infarto, AVC ou diagnóstico de câncer antes dos 60 anos é significativamente maior do que a de falecer nesse período. A cobertura de doenças graves, renda por incapacidade e diárias de internação protegem você em vida e muitas vezes são mais urgentes do que a cobertura de morte.

Erro 2: ignorar as dívidas

No Brasil, as dívidas de uma pessoa falecida são transmitidas ao espólio, ou seja, os herdeiros precisam quitar as dívidas antes de receber qualquer herança. Um financiamento imobiliário de R$ 400.000 sem cobertura pode forçar a família a vender o imóvel numa situação de luto. O seguro de vida evita exatamente isso.

Dado importante: o seguro de vida é um dos poucos instrumentos financeiros que não passa por inventário. O beneficiário recebe diretamente, sem burocracia, geralmente em até 30 dias após a abertura do sinistro.

Quanto custa o capital segurado calculado acima?

O valor do prêmio (mensalidade) do seguro de vida varia principalmente com sua idade, coberturas contratadas, se você é fumante e sua profissão. Como referência:

  • Uma pessoa de 30 anos, não fumante, com cobertura de morte de R$ 300.000 paga a partir de R$ 30 a R$ 60/mês
  • Com adição de doenças graves (R$ 150.000) e renda por incapacidade (R$ 150/dia), o valor sobe para R$ 80 a R$ 150/mês
  • Aos 45 anos, os mesmos valores custam aproximadamente o dobro

Por isso a decisão de contratar hoje é também uma decisão financeira: quanto mais cedo, menor o prêmio e mais garantida a cobertura enquanto você está saudável.

MEI e autônomos: por que a conta é diferente?

Para quem trabalha com carteira assinada, existe uma rede de proteção parcial: INSS paga auxílio-doença, FGTS e até uma pensão em caso de morte. Para MEIs e autônomos, essa rede simplesmente não existe.

Se um MEI fica 3 meses afastado por doença, a renda para. As contas não. O seguro de vida com cobertura de renda por incapacidade temporária funciona como o auxílio-doença que o MEI nunca teve, pagando um valor diário enquanto durar o afastamento.

Para esse perfil, a calculadora acima já aplica um multiplicador maior, porque a ausência de proteção previdenciária aumenta diretamente a necessidade de cobertura privada.

Qual seguradora escolher para o seguro de vida?

Esta é uma das perguntas que mais recebo e a resposta honesta é: depende do seu perfil. Diferentes seguradoras têm diferentes pontos fortes.

O que sempre avalio antes de recomendar uma seguradora:

  • Índice de reclamações na SUSEP: disponível publicamente no site da SUSEP, mostra o histórico de pagamento e negativas
  • Abrangência das doenças cobertas: algumas cobre 20 doenças graves, outras cobrem mais de 50
  • Carência por cobertura: varia bastante e impacta diretamente quando a proteção começa
  • Canal de acionamento: o processo de sinistro precisa ser simples para o beneficiário

Como corretora independente, não tenho vínculo com nenhuma seguradora específica — o que significa que faço essa análise sem favoritismo, encontrando a melhor combinação para cada perfil.